O Sonho

Antecedentes, Historial e Actividades Desenvolvidas

 

 

 

 

Histórias Vividas
em cena de Outubro
2002 a Junho 2003

 

 

 

 

 

 

Cabaret para 3
Actores
em cena de Novembro
2003
a Janeiro 2004

 

 

 

 

 

 

Os Poetas pela Mão de
Tito Lívio
em cena de Janeiro
2003 a Junho 2004

 

 

 

 

 

 

Mãe Terra
em cena de Outubro
2003 a Junho 2006

 

 

 

 

 

 

Auto da Índia
em cena de Outubro
1999 a Junho 2006

 

 


A
Companhia de Teatro O Sonho, formada em 1999, tem entre os seus objectivos fundir as diversas áreas artísticas (dança, teatro, canto e artes circenses) e transformá-las, sempre que possível, em espectáculos únicos. Um dos seus principais objectivos é, assim, o de apresentar espectáculos onde, pelo menos três das áreas mencionadas possam ser utilizadas.

Desde a sua formação, esta Companhia tem como pressuposto base, o desenvolvimento de actividades teatrais/dramáticas - peças, workshops, fóruns de debate, etc., – para um público maioritariamente infanto-juvenil. Pretende assim, criar não o gosto da “arte pela arte”, mas antes criar o gosto da arte pela compreensão da arte.

Apostando num trabalho sobre textos curriculares (
Auto da Barca do Inferno, Auto da Índia, Falar Verdade a Mentir e Antes de Começar), com uma abordagem dramaturgica que visa em primeiro lugar a aproximação do aluno ao texto e ao espectáculo, procura quebrar a quarta parede e promover uma interacção directa público/actor e, consequentemente, público/autor. Ao mesmo tempo, a Companhia pretende promover e incentivar novos autores e novas abordagens/criações  dramaturgicas.

A Companhia está convicta que, ao representar textos que integrem e/ou  foquem temas abordados no programa curricular,  criando espectáculos interactivos, permitirá aos alunos uma maior proximidade e compreensão desses mesmos textos e/ou temas, incutindo-lhes, do mesmo modo, o gosto pela Arte Teatral.

A aposta ganha numa aproximação do texto ao público-alvo, faz com que uma visita ao teatro, que não deixa de ser uma aula, se torne num prazer e faça com que os alunos passem a olhar os textos e temas curriculares de uma forma diferente, redescobrindo igualmente o prazer de ler outras obras dos mesmos autores.

Para além de textos programáticos curriculares, a Companhia começa, a partir de 2002, a promover também outros espectáculos. Assim, em 2002 surgiu
Histórias Vividas, baseado  na obra de Antoine de Saint Exupéry "O Principezinho". Em 2003 sobem à cena os espectáculos Os Poetas pela Mão de Tito Lívio, espectáculo interactivo de poesia direccionado para o público escolar e Cabaret para Três Actores, espectáculo este, destinado a um público geral. Ainda em 2003 foram levados  a cena os espectáculos Mãe Terra e Salada de Contos (reposto em cena esta Temporada). Todos estes espectáculos surgem do compromisso e empenho da Companhia em incentivar e promover novos autores  e novas abordagens dramatúrgicas. Merece-nos especial destaque Mãe Terra que, quer pela sua temática quer pela sua actualidade, foi calorosamente recebido pelo público. O próprio Ministério da Educação, no ofício 2950 de 05.02.2007 da Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, comunica que o texto dramático Mãe Terra «poderá ser um instrumento qualificador das práticas pedagógicas, dado o seu contributo para a introdução de temáticas relacionadas com a educação ambiental, para a promoção da cidadania e igualmente, para o desenvolvimento de competências pessoais e sociais.»

Como resultado de todos estes pressupostos, na Temporada 2005/2006, a Companhia estreou dois novos espectáculos:
Os Lusíadas de Calções, inspirado no grande poema épico português "Os Lusíadas" de Luís Vaz de Camões, que integrou a 16ª Semana da Juventude da Câmara Municipal de Lisboa, O Cavaleiro
, adaptação da obra "O Cavaleiro da Dinamarca" de Sophia de Mello Breyner Andresen que, apesar de  serem textos curriculares programáticos, se destinam também ao público geral.

Em todos estes espectáculos a Companhia procura explorar, para além do evidente aspecto lúdico, o aspecto didáctico inerente a estes textos, complementando o trabalho que é desenvolvido pelos professores na sala de aula.

Assim, pelo trabalho desenvolvido, e pela qualidade das suas produções, o Ministério da Educação, no Ofc.º 11720 de 30/10/2006, considera o trabalho desenvolvido pel´O Sonho «com interesse didáctico, pedagógico e de qualidade estética e artística».


A Companhia de Teatro O Sonho, tem apostado desde sempre na , percorrendo o país com todos os seus espectáculos, num trabalho desenvolvido regularmente com Câmaras Municipais e estabelecimentos de ensino.

Em dez anos, a Companhia contou com a presença de cerca de 650.000 espectadores nos seus espectáculos, número que têm crescido exponencialmente de ano para ano, sendo uma grande parcela desse número proveniente das suas deslocações pelo país.

Pretendemos assim que esta seja uma das principais características da Companhia, “descentralização”, continuando a  levar a todas as regiões/localidades do país novos espectáculos, não descorando no entanto o público dos grandes centros.


A Companhia tem estado sedeada em Lisboa no Auditório do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do B.E.S., e no Auditório do Instituto Português da Juventude (parque EXPO), entidades com as quais vem mantendo parcerias.

 

 

        
 

 

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Última modificação: 22/04/10